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sábado, 16 de maio de 2015

Câncer mais comum entre jovens ganha nova etapa de tratamento

Novo medicamento adiciona uma etapa no tratamento para pacientes com Linfoma de Hodgkin, tipo mais comum de câncer na faixa etária dos 15 aos 30 anos

Tipo mais comum entre 15 e 30 anos de idade, o Linfoma de Hodgkin é um câncer com altas taxas de cura, mas com sinais e sintomas desconhecidos por 70% da população. Para tratá-lo, é preciso recorrer a quimioterapias tradicionais e, para aqueles que não respondem bem a esse tratamento, ao transplante de medula.
Para quem, porém, não obtém resultados com o transplante de medula, o tratamento a partir de então era paliativo, evitando a progressão da doença e tentando oferecer mais qualidade de vida. Não havia nada efetivo para tratar o paciente a partir daquele estágio. Agora, no entanto, existe.
Linfoma de Hodgkin é um tumor das células brancas do sangue, os linfócitos, que são responsáveis pela defesa do organismo do sistema linfático
Thinkstock/Getty Images
Linfoma de Hodgkin é um tumor das células brancas do sangue, os linfócitos, que são responsáveis pela defesa do organismo do sistema linfático
Otávio Baiocchi, professor de hematologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), conta que um novo medicamento de última geração, dos chamados terapia-alvo – em que o remédio ataca exatamente o câncer e não as células saudáveis ao redor – foi lançado para preencher a lacuna existente no tratamento da recidiva do Linfoma de Hodgkin. “É um câncer com incidência maior entre 15 e 30 anos de idade, tendo um segundo pico, não tão expressivo, após os 70 anos”, conta ele.
O diretor clínico do Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Carlos Chiattone, comenta que há muitos outros medicamentos inovadores, mas esse vem preencher um lugar em que não havia mais nada de efetivo para o tratamento.
O Linfoma de Hodgkin é um tumor das células brancas do sangue, os linfócitos, que são responsáveis pela defesa do organismo do sistema linfático. Não há uma razão específica para o câncer surgir, mas, quanto antes os sintomas forem detectados, mais chances de o tratamento ser bem sucedido.
“Nós temos um problema no Brasil que é a demora no diagnóstico, começando pelos primeiros sinais e sintomas até o diagnóstico, porque os caminhos que o paciente faz no SUS, desde o atendimento básico até o especializado, não é feito de forma adequada”, diz o médico, se referindo à lei que obriga o Sistema Único de Saúde tratar o paciente em até 60 dias a partir do diagnóstico do câncer. Com a demora do diagnóstico, o tratamento consequentemente demora a começar.
Chiattone explica que os sintomas mais comuns do Linfoma de Hodgkin são ínguas, gânglios e nódulos que aparecem na região lateral do pescoço, axilas, região inguinal.
“Às vezes, esses pacientes têm sintomas como febre por uma ou duas semanas, sem infecção evidente, além de suor noturno, de molhar pijama, travesseiro e cama”, conta. Esses sinais, juntamente com uma coceira, completam o diagnóstico do câncer.
“É claro que apenas uma parcela das coceiras são linfomas, muitas vezes é só um quadro alérgico. Mas é preciso que esse câncer esteja no rol de diagnósticos”, diz o médico.
Efeitos colaterais
Chiattone conta que a quimioterapia causa câncer a longo prazo. Parece um paradoxo, mas hoje só se sabe desse problema secundário por causa do sucesso dos tratamentos que proporcionaram uma ótima sobrevida aos pacientes.
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Mito: ingestão de leite prejudica o tratamento do câncer. Foto: Getty Images
Mito: o consumo de adoçantes provoca o surgimento da doença. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: uso de desodorantes pode causar câncer de mama. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: falta de higiene nas regiões íntimas não está relacionado ao câncer. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: somente quem tem histórico familiar está sujeito a desenvolver a doença. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: câncer é uma doença contagiosa. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: pessoas negras não têm câncer de pele. Foto: Getty Images
Mito: segurar a urina dá câncer de bexiga. Foto: sinais do estresse
Mito: implantes de silicone podem provocar câncer de mama. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: alimentos preparados no microondas podem provocar câncer. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: um câncer pode ser causado por uma pancada. Foto: Thinkstock/Getty Images
Mito: todo nódulo ou tumor se transformará em câncer. Foto: Thinkstock/Getty Images
Verdade: câncer tem cura. Quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de curá-lo. Foto: Thinkstock/Getty Images
Verdade: homens também podem ter câncer de mama. Foto: Thinkstock Photos
Verdade: consumo de álcool e tabaco elevam as chances de desenvolvimento da doença. Foto: Getty Images
Verdade: quanto maior a idade, maiores as chances de desenvolvimento de um câncer. Mas isto não significa que jovens não estejam sujeitos à doença. Foto: Thinkstock Photos
Verdade: fazer sexo sem preservativos aumenta risco de desenvolvimento da doença. Foto: Thinkstock/Getty Images
Verdade: falta de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama. Foto: Getty Images
Verdade: HPV está relacionado ao desenvolvimento de tumores no ânus, e nos órgãos da região da cabeça e do pescoço. Foto: Thinkstock/Getty Images
Verdade: ter filhos mais tarde (após os 30 anos) aumenta os riscos de desenvolvimento de câncer de mama. Foto: Thinkstock
Mito: ingestão de leite prejudica o tratamento do câncer. Foto: Getty Images
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“Mal comparando, esse é um bom problema, porque é tardio, não é depois de um ou dois anos, mas sim depois de 10 ou 15 anos que acontecem esses cânceres secundários”, conta o médico. “O objetivo hoje não é curar o paciente, mas sim curá-lo pensando daqui a 10, 15 ou 20 anos, procurando tratamentos que sejam tão efetivos quanto os atuais, mas com menos efeitos colaterais”.
Além de câncer, podem ocorrer alterações de tireoide, esterilidade, alterações cognitivas. “É uma série de alterações que acontecem em 10 ou 20 anos e que antes a gente não via, porque esses pacientes não viviam esse tempo todo”, diz o hematologista.
É justamente esse o diferencial que a terapia-alvo pode proporcionar. Por atingir exatamente o tumor e preservar as células ao seu redor, as chances de as células saudáveis serem danificadas são mínimas.
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    8 comportamentos que podem transformar você em um alvo fácil para hackers

    Site lista hábitos ruins que deveriam ser evitados por usuários que se preocupam com sua segurança e privacidade digital

    Ninguém quer ter seus dados roubados ou e-mails invadidos, mas poucas são as pessoas que de fato se protegem. Tanto que, recentemente, o Business Insider fez uma lista de comportamentos comuns que transformam as pessoas em alvo fácil para hackers. Afora ser humano, que é algo que ninguém consegue deixar de ser, o site traz importantes dicas do que pode ser evitado. Confira:
    Divulgação
    "123456" segue liderando como a pior senha
    1) A sua senha é muito fácil
    A porta de entrada mais fácil para os hackers é a senha, especialmente porque elas costumam ser simples e fáceis de descobrir. Tanto que todo o início de ano a SplashData faz um ranking das 25 piores senhas da internet do ano, baseando-se apenas naquelas que foram vazadas por cibercriminosos.
    Pelo segundo ano consecutivo, “123456” segue como a mais utilizada pelos usuários. As senhas que aparecem pela primeira vez na lista de 2014 são "696969" e "Batman".
    De acordo com a SplashData, a dica é usar senhas de oito caracteres ou mais com tipos mistos (letras, números e símbolos). Mas até mesmo senhas com substituições comuns como "dr4mat1c" podem ser vulneráveis à tecnologia cada vez mais sofisticadas dos criminosos, enquanto combinações aleatórias, como "j% 7K & YPX $" podem ser difíceis de lembrar.
    Uma maneira de criar senhas mais seguras que são fáceis de lembrar é a utilização de "passphrases", senhas com frases, palavras curtas com espaços ou outros caracteres separando-as. Nesse caso, diz a SplasData, prefira palavras aleatórias em vez de frases comuns. Por exemplo, "cakes years birthday" ou "smiles_light_skip?".
    Além disso, evite usar a mesma combinação de nome de usuário e senha para vários sites. É especialmente perigoso usar a mesma senha para sites de entretenimento, seu e-mail, redes sociais e sites de serviços financeiros. Use senhas diferentes para cada novo site ou serviço em que você se inscrever.
    2) Você não usa autenticação em dois passos
    Mesmo as mais fortes das senhas podem ser descobertas ou roubadas. Quando isso acontece, é bom ter um salva-vidas, neste caso, esse papel seria da autenticação em dois passos. Em geral, ela funciona da seguinte forma: além de colocar a sua senha, o serviço que você está acessando poderá pedir a inserção de um código enviado para ao usuário por mensagem de texto. Parece um pouco mais trabalhoso, mas é garantir de mais segurança. Além disso, grande parte dos sites que possuem esse tipo de autenticação permite que o usuário configure os dispositivos mais utilizados para que eles não precisem pedir o código. Ou seja, a autenticação em dois passos vai funcionar só naqueles aparelhos que você não usa com frequência.
    3) Você usa (muito) Wi-Fi grátis
    Nenhuma dúvida de que acessar a internet do café – alô Starbucks – ou de qualquer outro estabelecimento é muito conveniente, mas também abre uma porta interessante para hackers. Recentemente, a empresa de segurança Cylance descobriu uma enorme vulnerabilidade nos roteadores de algumas das maiores cadeias de hotéis ao redor do mundo. De acordo com o estudo, 275 hotéis ao redor do mundo ofereciam acesso a usuários em redes consideradas vulneráveis.
    Além disso, já foi provado que o Wi-Fi público é ferramenta essencial para lançar ataques DDoS, ataque de negação de serviço, em grande escala. A navegação desprotegida favorece a ação de hackers mal intencionados que podem obter dados de navegação de clientes que utilizam Wi-Fi público, sem proteção.
    Caso o usuário não tenha um aplicativo de defesa, a dica é não acessar contas pessoais e muito menos aplicativos de bancos, ou seja, qualquer serviço que exija senhas.
    4) Você insere dados privados em sites não seguros
    Esse é um comportamento que acontece o tempo todo: o usuário vê em um site algo que deseja comprar, clina no botão de pagamento, coloca suas informações pessoais e do cartão de crédito até concluir a transação. Durante esse processo, um passo deveria ser inserido: o de checar se a página é segura e utiliza o protocolo HTTPS.
    Pode parecer fácil, mas é fácil de verificar: basta se certificar se a página em questão possui um símbolo de cadeado verde à esquerda da URL do site. Se não houver significa que aquele é um ambiente mais fácil dos hackers espionarem o que aquele usuário está fazendo, ver o que você está navegando bem como interceptar os dados que estavam tentando transmitir.
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    5) Você compra em sites de leilão como eBay e MercadoLivre
    Esse comportamento pode soar muito específico, mas na verdade é algo que ocorre sim. Sites com MercadoLivre ou mesmo eBay que reúnem vendas de diferentes comerciantes são exemplos desse tipo de site que funciona como “leilão”. Nesse tipo de site é sempre muito mais importante do que parece ver a avaliação do vendedor.
    Desconfie de bons negócios a partir destes sites, uma vez que muitas vezes acabam por ser scam, isto é, um golpe comum de hackers que tentam ganhar a confiança do usuário para fazer um uso malicioso dos seus dados ou simplesmente roubar dinheiro.
    6) Você abre um anexo sem verificar sua segurança antes
    Uma das formas mais sucedida dos hackers de entrar em suas contas pessoais é por meio do que se chama de engenharia social, que no contexto de segurança da informação, refere-se a manipulação psicológica de pessoas para a execução de ações ou divulgar informações confidenciais. É exatamente o que fazem os cibercriminosos com anexos.
    Em vez de escrever um código longo, alguns scammers simplesmente enviar um e-mail com um anexo contendo um arquivo malicioso. Eles normalmente estão ligados a um arquivo JPG ou PDF e não podem ser vistos pelo usuário, mas na verdade são arquivos executáveis. E uma vez que o arquivo está no computador, não há como saber que topo de estrago pode causar.
    7) Você clica em um link e digita suas informações pessoais sem verificar nada
    Outro comportamento comum do usuário é cair no phishing. O phishing é um termo oriundo do inglês, fishing, que quer dizer pesca, ou seja, quando um fraudador tenta pescar informações pessoais de usuários desavisados ou inexperientes. Esta é uma das maneiras mais fáceis dos hackers obterem informações dos usuários. Se você receber um e-mail inesperado, solicitando dados privados, especialmente informações de contas bancárias, senhas ou identificações, pode estar sendo vítima de um golpe de phishing.
    8) Você usa a mesma senha para todas as páginas
    Uma alternativa além de criar uma mesma senha para vários serviços é usar gerenciadores de senha. Eles não só ajudam na organizam, mas criam também opções de senhas que costumam ser mais seguras do que aquelas da cabeça do usuário. LastPass e 1Password são bons exemplos.
    LastPass é um gerenciador de senhas disponível para todos os sistemas operacionais, inclusive para computadores, baseado na nuvem. Foto: Reprodução
    Dashlane, disponível para iOS e Android, também funciona como carteira digital pois armazena dados dos cartões de crédito. Foto: Reprodução
    Keeper é outro aplicativo que funciona em diferentes plataformas que protege logins de sites, senhas, registros financeiros, cartões de crédito e mais. Foto: Reprodução
    Disponível para Android e com mais de 100 mil downloads, o PasswordSafe guarda todas as suas senhas criptografadas e não tem acesso a internet. Foto: Reprodução
    1Password guarda várias senhas e dados de cadastro em um só lugar. Grátis, para iPhone e Android. Foto: Reprodução
    LastPass é um gerenciador de senhas disponível para todos os sistemas operacionais, inclusive para computadores, baseado na nuvem. Foto: Reprodução
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      sexta-feira, 15 de maio de 2015

      Mesmo sem gastar é possível cuidar da pele durante estação mais fria do ano

      Atenção a alimentos e bebidas podem evitar problemas na pele durante a estação mais fria do ano, quando o ressecamento é mais comum

      Acorda Cidade | 14/05/2015 - 14:20
      Foto: Divulgação/Ilustração
      Durante o inverno, é normal que a umidade relativa do ar fique baixa e, com a queda das temperaturas somada a isso, a transpiração corporal e a hidratação da pele diminuem.
      Esse fenômeno contribui para o ressecamento das partes mais expostas e sensíveis do corpo, o que se agrava com o aumento da temperatura dos banhos, pois a água quente retira a oleosidade natural da pele, retirando a proteção que retém a umidade.
      A falta de umidade na pele durante toda a estação pode causar rachaduras e conferir ao corpo um aspecto esbranquiçado, devido à desnaturação das proteínas. Confira algumas dicas para evitar que a sua pele resseque nesse inverno.

      Alimentação
      Os alimentos mais indicados para o inverno, que vão ajudar a manter seu organismo e sua pele hidratados, são os legumes, as hortaliças e as frutas. Eles são alimentos ricos em vitaminas e minerais, que podem fazer toda a diferença. Coloque esses alimentos em mais de uma refeição por dia.
      A soja também é uma ótima indicação, pois é rica em isoflavonas, que ajudam a manter a elasticidade e a hidratação da pele. Castanhas, nozes e amêndoas também são muito recomendadas para manter a pele hidratada e com vida.
      Uma dica para qualquer estação, mas que deve ser aplicada especialmente no inverno, é a ingestão de água. Esse elemento é fundamental manter a hidratação e a saúde da pele, além de frutas suculentas, chás e sucos naturais.
      É recomendada a ingestão de pelo menos dois litros de água todos os dias.
      Doenças de inverno
      Durante o inverno, a incidência de algumas doenças aumenta bastante por causa do ressecamento. Entre elas, estão a dermatite seborreica (caspa), a ictiose (descamação da pele), a psoríase e a dermatite atópica.
      No caso de notar qualquer alteração na pele, como coceira, irritação ou vermelhidão, procure um médico.
      Hidratação
      A hidratação é um ponto fundamental na manutenção da saúde e da beleza da pele no inverno. Para isso, a ingestão de água é imprescindível.
      A redução do tempo de banho também deve ser adotada, com a temperatura da água morna ou fria. Evite também usar muitos produtos químicos na pele do rosto e do corpo, pois isso aumenta a perda da oleosidade natural.
      Assim que sair do banho, com o corpo ainda quente, passe bastante hidratante ou óleo de hidratação. O uso do filtro solar diário também ajuda a combater o ressecamento.
      Tratamentos
      Apesar das adversidades que o inverno traz para os cuidados com a nossa pele, existe também algumas vantagens. Como a exposição ao sol é bem mais baixa, é uma época ideal para realizar tratamentos dermatológicos, que são mais eficazes nessas condições.
      Alguns produtos, como esse, ajudam na cicatrização e diminuem as inflamações causadas pelo ressecamento ou tratamentos.