NOTÍCIAS QUENTINHAS.

domingo, 25 de outubro de 2026

Nunes Marques orienta TREs a manter votação até as 19h apenas nas seções ainda abertas após despacho de Zanin





Novo despacho esclarece a aplicação da prorrogação do horário eleitoral e determina o cumprimento da medida sem reabrir urnas já encerradas.
Por: Redação | 25 de outubro de 2026
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, orientou neste domingo (25) os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) a manter a votação até as 19h, pelo horário de Brasília, exclusivamente nas seções eleitorais que ainda estavam em funcionamento.
A orientação foi emitida após o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a prorrogação do horário de votação do segundo turno das eleições de 2026, inicialmente previsto para terminar às 17h.
O novo despacho de Nunes Marques buscou estabelecer como a determinação deveria ser executada na prática, diante das dificuldades operacionais provocadas pelo anúncio da prorrogação próximo ao encerramento regular da votação.
O que muda com a nova orientação?
A principal definição é que as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação deveriam continuar recebendo votos até as 19h. Já aquelas que haviam concluído os procedimentos de encerramento não precisariam reabrir as urnas.
Segundo as informações divulgadas, Nunes Marques encaminhou a orientação aos presidentes dos tribunais regionais eleitorais, solicitando providências imediatas e comunicação aos juízes eleitorais e às mesas receptoras de votos.
A medida procurou compatibilizar o cumprimento da decisão do STF com os procedimentos técnicos da Justiça Eleitoral.
Por que Zanin prorrogou a votação?
A decisão inicial de Cristiano Zanin foi tomada após relatos de dificuldades no transporte público, apresentados em uma ação relacionada a municípios baianos, entre eles Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
O argumento era que a redução ou insuficiência da circulação de ônibus poderia dificultar o comparecimento dos eleitores às urnas.
Diante da situação, Zanin determinou a extensão do horário de votação até as 19h, atribuindo ao TSE a responsabilidade pela execução da medida.
Posteriormente, após receber informações sobre seções que já haviam encerrado os trabalhos às 17h, o ministro esclareceu que a prorrogação deveria ser cumprida nos locais em que as urnas ainda não tinham sido fechadas.
As urnas já encerradas poderiam ser reabertas?
Não. A orientação divulgada pelo TSE estabeleceu que a prorrogação não exigia a reabertura das seções eleitorais que já haviam concluído a votação.
O encerramento da urna eletrônica envolve procedimentos técnicos próprios. Depois de finalizada a votação, o equipamento deixa de receber novos votos naquele turno.
Por isso, a orientação foi manter em funcionamento somente as seções que ainda estavam abertas, preservando os votos já registrados e permitindo a continuidade da votação onde ainda fosse tecnicamente possível.
Uma decisão que gerou debate
A sequência de decisões provocou questionamentos sobre a comunicação entre as autoridades judiciais e os responsáveis pela organização das eleições.
Como a primeira determinação foi divulgada muito perto das 17h, diversas seções já haviam iniciado ou concluído os procedimentos de encerramento. A situação criou dúvidas sobre a execução uniforme da ordem em todo o território nacional.
O episódio evidencia a importância de protocolos de emergência claros para situações que exigem alterações no funcionamento das eleições.
Também reforça a necessidade de que decisões judiciais urgentes sejam acompanhadas de orientações operacionais rápidas, precisas e acessíveis aos responsáveis pelas seções eleitorais.
Conclusão: o desafio de garantir o voto e preservar a segurança eleitoral
O despacho de Nunes Marques não deve ser interpretado como uma revogação da decisão de Zanin. A orientação do presidente do TSE teve como objetivo estabelecer como a prorrogação deveria ser cumprida diante da existência de urnas já encerradas.
O caso levanta uma discussão relevante sobre o equilíbrio entre a garantia do direito ao voto, o cumprimento das decisões judiciais e a segurança dos procedimentos eleitorais.
A avaliação definitiva dos efeitos da medida dependerá dos esclarecimentos oficiais e da análise de eventuais questionamentos apresentados à Justiça Eleitoral.
Fontes: Agência Brasil, Poder360, Metrópoles e cobertura jornalística do despacho do presidente do TSE.
Reportagem elaborada com base nas informações divulgadas em 25 de outubro de 2026. Atualizações oficiais podem alterar ou complementar os dados apresentados.

STF prorroga votação das Eleições 2026 até as 19h em todo o Brasil: decisão histórica ou medida excepcional?

STF prorroga votação das Eleições 2026 até as 19h em todo o Brasil: decisão histórica ou medida excepcional?




“decisão excepcional”

Decisão do ministro Cristiano Zanin amplia em duas horas o prazo para votar no segundo turno e reacende o debate sobre o acesso dos brasileiros às urnas.

Por: Redação

Data: 25 de outubro de 2026

O segundo turno das Eleições 2026 entrou para a história neste domingo, 25 de outubro, após uma decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a prorrogação do horário de votação em todo o Brasil, das 17h para as 19h, pelo horário de Brasília.

A medida foi tomada diante de relatos de dificuldades no transporte público, especialmente nos municípios baianos de Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. A situação levantou preocupações sobre a possibilidade de parte dos eleitores enfrentar obstáculos para chegar aos locais de votação e exercer seu direito democrático.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a decisão determinou a ampliação do prazo por duas horas em todas as seções eleitorais do país, cabendo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotar as providências necessárias para seu cumprimento.

Por que o horário de votação foi prorrogado?

O horário regular das eleições brasileiras é das 8h às 17h, conforme o horário de Brasília, ressalvadas as situações previstas nas regras eleitorais.

Entretanto, neste segundo turno, foram apresentados questionamentos sobre dificuldades de deslocamento dos eleitores. A alegação central foi de que problemas na oferta de transporte público poderiam impedir que cidadãos chegassem às urnas dentro do horário inicialmente estabelecido.

A reclamação levada ao STF apontou problemas em municípios da Bahia, enquanto também houve pedidos relacionados a dificuldades de acesso em outras regiões do país.

Diante da urgência relatada, o ministro Cristiano Zanin determinou que o encerramento do recebimento dos votos fosse transferido para as 19h, com alcance nacional.

A decisão transformou uma questão inicialmente relacionada às condições de acesso em determinadas localidades em uma medida com efeitos sobre todo o território brasileiro.

Uma decisão histórica para a democracia brasileira?

A pergunta que muitos eleitores podem fazer é: estamos diante de uma decisão histórica?

A resposta exige distinguir a importância do acontecimento de seu ineditismo jurídico.

A prorrogação nacional do horário de votação em um segundo turno presidencial, determinada no próprio dia da eleição e com apenas algumas horas de antecedência, representa um acontecimento extraordinário na organização do processo eleitoral brasileiro.

A medida demonstra que situações excepcionais podem exigir respostas rápidas das instituições para tentar preservar o exercício do voto.

Por outro lado, para afirmar que se trata de um fato sem precedentes na história eleitoral do Brasil, seria necessário comparar a decisão com os registros de eleições anteriores e verificar se já ocorreram prorrogações semelhantes em outras circunstâncias.

Portanto, é razoável classificar o episódio como um acontecimento de grande relevância institucional. A afirmação de que foi absolutamente inédito, contudo, exige comprovação histórica específica.

O direito de votar deve estar acima das dificuldades de acesso

O voto é um dos principais instrumentos de participação popular na democracia. Para que esse direito seja efetivamente exercido, não basta que o cidadão esteja legalmente habilitado a votar: ele também precisa ter condições reais de chegar à sua seção eleitoral.

Dificuldades de transporte, interdições de vias, alagamentos e outros obstáculos podem comprometer o acesso às urnas.

Nesse contexto, a prorrogação buscou ampliar o tempo disponível para que os eleitores pudessem comparecer aos locais de votação.

A questão central não deve ser apenas a extensão do horário, mas também a responsabilidade das autoridades em assegurar condições adequadas para o exercício do voto.

A decisão, entretanto, não elimina a necessidade de investigar as circunstâncias que motivaram a medida, avaliar sua proporcionalidade e verificar seus efeitos sobre a organização e a transparência do processo eleitoral.

STF e TSE: qual é o papel de cada instituição?

Embora a decisão tenha sido tomada no âmbito do Supremo Tribunal Federal, é importante compreender que STF e TSE possuem atribuições diferentes.

O STF é a mais alta Corte do Poder Judiciário brasileiro e tem, entre suas competências, a interpretação da Constituição Federal.

Já o TSE é responsável pela administração e pela coordenação da Justiça Eleitoral em âmbito nacional, incluindo a organização das eleições, a expedição de normas eleitorais dentro de suas competências e a divulgação dos resultados.

Neste episódio, a decisão judicial determinou a prorrogação do recebimento dos votos e atribuiu ao TSE a responsabilidade de dar cumprimento à medida.

O caso evidencia como a atuação judicial e a administração eleitoral podem se relacionar em situações consideradas urgentes.

A decisão pode gerar questionamentos?

Sim. Uma mudança de horário dessa dimensão pode levantar discussões sobre segurança jurídica, igualdade entre os eleitores, logística eleitoral e divulgação dos resultados.

Entre os pontos que merecem atenção estão:

  • Igualdade de condições: verificar se a medida ampliou efetivamente as oportunidades de participação dos eleitores.
  • Organização das eleições: avaliar como a extensão do horário afetou os procedimentos das seções eleitorais e da apuração.
  • Segurança jurídica: compreender os fundamentos legais utilizados para modificar uma regra eleitoral no próprio dia da votação.
  • Transparência: acompanhar a divulgação oficial das orientações e dos resultados pelas autoridades competentes.

Esses questionamentos não significam, por si só, que a decisão seja ilegal ou que o resultado da eleição esteja comprometido. São temas que devem ser examinados com base nos fundamentos jurídicos, nas informações oficiais e nas consequências concretas da medida.

O que muda para o eleitor?

Com a determinação de prorrogação até as 19h, no horário de Brasília, o prazo de encerramento do recebimento dos votos foi ampliado em duas horas.

A mudança foi estabelecida nacionalmente, e não apenas para os municípios inicialmente citados nas reclamações.

Os eleitores devem acompanhar as orientações oficiais da Justiça Eleitoral para esclarecer dúvidas sobre o funcionamento das seções, o encerramento da votação e os procedimentos aplicáveis.

Também é importante diferenciar o horário de encerramento do recebimento dos votos do horário de divulgação dos resultados. Uma alteração no primeiro pode exigir ajustes nos procedimentos de apuração e comunicação dos resultados.

Conclusão: um episódio que merece atenção e análise

A decisão de prorrogar a votação até as 19h nas Eleições 2026 é um acontecimento de grande repercussão para a democracia brasileira.

Sua importância está na tentativa de responder a dificuldades que poderiam comprometer o acesso de parte dos cidadãos às urnas. Ao mesmo tempo, o episódio reforça a necessidade de planejamento, transporte adequado, comunicação transparente e segurança jurídica na realização das eleições.

Pode ser considerado um episódio histórico pela excepcionalidade e pelo alcance nacional da medida. Entretanto, afirmar que foi a primeira decisão desse tipo na história do Brasil exige uma pesquisa histórica específica.

Em uma democracia, garantir o direito ao voto é fundamental. Também é fundamental que qualquer alteração nas regras eleitorais seja devidamente fundamentada, transparente e conduzida de maneira a preservar a confiança da população nas instituições.

A democracia se fortalece quando o cidadão pode votar livremente, quando as instituições agem com responsabilidade e quando a sociedade acompanha os acontecimentos com informação, senso crítico e compromisso com os fatos.


Fontes para consulta e atualização:

Nota editorial: antes da publicação, confira eventuais atualizações da decisão e os comunicados oficiais do TSE. O texto diferencia os fatos noticiados da avaliação sobre o caráter histórico do episódio.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

TSE, Globo e o debate presidencial: decisão judicial levanta discussão sobre liberdade de imprensa e regras eleitorais


Entenda o que o Tribunal Superior Eleitoral realmente decidiu, por que a Globo cancelou o debate e quais princípios constitucionais estão envolvidos.

Decisão que impediu a exibição de um púlpito vazio no debate da Globo provoca debate jurídico sobre os limites da Justiça Eleitoral e a liberdade de comunicação

Brasília — 1º de outubro de 2026

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que impediu a TV Globo de exibir de forma destacada o púlpito reservado a um candidato ausente no último debate presidencial antes do primeiro turno das eleições de 2026 provocou uma discussão sobre os limites da atuação da Justiça Eleitoral, a liberdade de imprensa e a organização de debates entre candidatos.

É importante esclarecer que o TSE não determinou diretamente o cancelamento do debate. A decisão da ministra Estela Aranha suspendeu uma cláusula específica das regras previamente estabelecidas para o programa. Posteriormente, diante de outras decisões judiciais e da desistência de um dos candidatos, a Globo anunciou o cancelamento do debate.

O que decidiu o TSE?

A decisão foi tomada após uma solicitação apresentada pela federação que apoiava a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido questionava uma regra do debate que previa a exibição destacada do espaço reservado ao candidato que não comparecesse.

Lula havia informado previamente que não participaria do debate.

A ministra Estela Aranha entendeu, em análise liminar, que a participação em debates é facultativa e que a exposição destacada do espaço vazio, associada ao nome do candidato, poderia produzir um efeito de pressão sobre quem optasse por não participar.

A decisão também suspendeu a possibilidade de que candidatos presentes formulassem perguntas dirigidas ao candidato ausente.

Segundo a fundamentação divulgada, a consequência da ausência deveria ser a perda da oportunidade de participar daquela rodada, e não uma medida que pudesse funcionar como mecanismo de pressão para obrigar o candidato a comparecer.

A Constituição protege a liberdade de imprensa?

Sim.

A Constituição Federal de 1988 estabelece, no artigo 5º, que é livre a manifestação do pensamento e garante a liberdade de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

O artigo 220 reforça que a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação não devem sofrer restrições, observados os demais dispositivos constitucionais. O mesmo artigo estabelece que é vedada a censura de natureza política, ideológica e artística.

Essas garantias são especialmente relevantes quando uma decisão judicial interfere na programação de um veículo de comunicação.

Entretanto, liberdade de imprensa não significa ausência de regras. A própria Constituição permite que determinados setores sejam disciplinados por legislação, e as eleições possuem regras específicas destinadas a garantir tratamento equilibrado entre candidaturas.

E o que diz a legislação eleitoral sobre debates?

A Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, estabelece regras para debates eleitorais.

O artigo 46 prevê que as emissoras de rádio e televisão podem transmitir debates sobre as eleições, observadas determinadas condições relacionadas à participação dos candidatos e à representação partidária.

A própria legislação eleitoral, portanto, reconhece a existência de regras específicas para a realização desses programas.

Nas eleições de 2026, o TSE também estabeleceu normas gerais para o processo eleitoral por meio da Resolução nº 23.751/2026.

A decisão do TSE é constitucional?

A resposta não é simplesmente "sim" ou "não".

A decisão da ministra foi uma liminar, ou seja, uma decisão provisória tomada antes do julgamento definitivo da questão. Ela ainda poderá ser analisada pelo plenário do próprio TSE.

Do ponto de vista jurídico, existem argumentos constitucionais que precisam ser considerados nos dois lados da discussão.

Argumento relacionado aos direitos do candidato

A decisão considerou que o candidato possui liberdade para decidir se participará ou não de um debate. Na visão apresentada pela ministra, destacar continuamente o espaço vazio e permitir perguntas direcionadas ao ausente poderia transformar a ausência em uma espécie de penalização pública e produzir desequilíbrio eleitoral.

Argumento relacionado à liberdade da emissora

Por outro lado, a organização editorial de um programa jornalístico ou de um debate também está relacionada à liberdade de comunicação assegurada pela Constituição.

A emissora pode sustentar que informar ao público sobre a ausência de um candidato faz parte da atividade jornalística e da organização do programa.

Foi justamente esse conflito que ganhou força após a decisão judicial.

Por que o debate acabou cancelado?

A decisão sobre o púlpito vazio, entretanto, não foi o único acontecimento.

Na mesma noite, houve também uma determinação judicial envolvendo a participação de Renan Santos, do partido Missão, no debate.

Além disso, Flávio Bolsonaro, que inicialmente havia confirmado presença, anunciou sua desistência após as decisões judiciais.

Com as mudanças ocorridas nas regras e a desistência, a TV Globo decidiu cancelar o debate.

Em comunicado, a emissora afirmou que as sucessivas decisões judiciais de última hora provocaram insegurança jurídica e, segundo sua avaliação, representaram interferência indevida na liberdade de organização dos debates.

Onde está o ponto central da discussão?

A questão ultrapassa a disputa entre candidatos ou emissora.

O caso coloca uma pergunta relevante para o sistema democrático:

Até onde pode ir a Justiça Eleitoral ao regulamentar o conteúdo e a dinâmica de um debate sem atingir a liberdade de comunicação das emissoras?

Ao mesmo tempo, existe outra questão:

Até onde uma emissora pode estabelecer regras para um debate eleitoral sem criar tratamento que possa afetar a igualdade entre candidatos?

Essas duas preocupações precisam ser analisadas conjuntamente.

A Justiça Eleitoral possui competência para fiscalizar a regularidade das eleições e aplicar as normas eleitorais. Por outro lado, a liberdade de imprensa e de informação possui proteção constitucional expressa.

A decisão já é definitiva?

Não.

A determinação divulgada em 1º de outubro é uma decisão liminar. Portanto, não representa necessariamente a conclusão definitiva sobre a controvérsia.

A própria decisão determinou o prosseguimento do processo e a análise posterior pelo colegiado do TSE.

Isso significa que a discussão jurídica ainda poderá sofrer novos desdobramentos.

O que o eleitor precisa observar?

Independentemente da posição política de cada eleitor, o episódio mostra a importância de diferenciar três acontecimentos:

1. A decisão do TSE, que suspendeu uma regra específica do debate;
2. As demais decisões judiciais relacionadas ao programa;
3. A decisão da própria Globo de cancelar o debate.

Portanto, afirmar simplesmente que "o TSE cancelou o debate da Globo" não descreve com precisão o que aconteceu.

O TSE tomou uma decisão sobre determinadas regras do programa. O cancelamento foi posteriormente anunciado pela própria emissora, em meio às decisões judiciais e à desistência de um candidato.

Conclusão

O episódio envolvendo o TSE e a TV Globo abre uma discussão constitucional relevante sobre o equilíbrio entre liberdade de imprensa, direitos políticos dos candidatos, regras eleitorais e atuação da Justiça Eleitoral.

A Constituição brasileira protege a liberdade de expressão e de informação, ao mesmo tempo em que o processo eleitoral é submetido a normas destinadas a assegurar condições equilibradas entre candidaturas.

Por isso, a avaliação definitiva sobre a constitucionalidade da decisão depende da interpretação jurídica que será dada ao conflito entre esses princípios e das futuras manifestações do próprio Poder Judiciário.

Enquanto a discussão jurídica prossegue, permanece uma questão fundamental para a democracia: garantir ao eleitor acesso amplo às informações sobre os candidatos, suas propostas e suas posições, dentro das regras estabelecidas para o processo eleitoral.

terça-feira, 2 de junho de 2026

Até 40% de Desconto na Conta de Luz para Pessoas Físicas e Empresas

Alexandria Energia Renovável Oferece Até 40% de Desconto na Conta de Luz para Pessoas Físicas e Empresas
Uma excelente oportunidade para quem deseja reduzir os gastos com energia elétrica acaba de chegar. A alexandria energia está disponibilizando um programa que pode gerar economia de até 40% na fatura de energia, tanto para clientes residenciais quanto para empresas. A proposta é simples: consumir energia proveniente de fontes renováveis, sem a necessidade de instalar placas solares ou realizar qualquer obra no imóvel. 

Como Funciona?
Se você vem pagando, R$ 200,00 A CIMA Você pode ter direito ao desconto.
A Alexandria utiliza um modelo de energia renovável compartilhada, permitindo que consumidores tenham acesso a créditos de energia gerados por usinas parceiras. Dessa forma, o cliente continua recebendo energia normalmente pela distribuidora local, mas passa a contar com descontos significativos na conta mensal.

Entre os benefícios estão:
Economia de até 40% na conta de energia;
Sem investimento;
Sem instalação de equipamentos;
Sem necessidade de obras ou alterações na rede elétrica;
Processo totalmente digital;
Atendimento para pessoas físicas e jurídicas. 

Faça Sua Simulação na Hora
O grande diferencial é a praticidade. Através do QR Code disponibilizado pela equipe da Alexandria Energia, o interessado pode realizar uma simulação instantânea e descobrir, em poucos minutos, quanto poderá economizar na sua conta de luz.

Basta apontar a câmera do celular para o QR Code, informar os dados solicitados e visualizar imediatamente a estimativa de desconto que poderá ser aplicada à sua fatura.

Energia Limpa e Economia para Todos
Além da redução de custos, a adesão ao programa contribui para o incentivo ao uso de fontes renováveis, promovendo sustentabilidade e responsabilidade ambiental. 

A iniciativa atende residências, comércios, escritórios, escolas, clínicas, indústrias e diversos outros segmentos que desejam reduzir despesas sem comprometer a qualidade do fornecimento de energia.

Solicite Sua Simulação
Se você deseja pagar menos na conta de luz e conhecer o valor exato da sua economia,
 escaneie o QR Code

 disponibilizado pelo consultor autorizado José Santana 
Ou acesse agora.
e faça sua simulação gratuita.
Economize, preserve o meio ambiente e descubra quanto você pode deixar de gastar todos os meses com a Alexandria Energia Renovável. 



sexta-feira, 1 de maio de 2026

Dia do Trabalho: História, Conquistas e Reflexões para o Presente

O Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio, é muito mais do que um simples feriado nacional. Trata-se de uma data profundamente simbólica, que carrega em sua essência a memória da luta histórica dos trabalhadores por dignidade, direitos e melhores condições de trabalho.


A origem da data

A escolha do 1º de maio remonta ao ano de 1886, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos. Naquele período, trabalhadores organizados foram às ruas reivindicar uma jornada de trabalho mais justa, limitada a 8 horas diárias — algo que hoje pode parecer comum, mas que na época era uma conquista revolucionária.

Os protestos, no entanto, foram marcados por forte repressão policial e episódios violentos que ficaram conhecidos como um dos momentos mais sangrentos da história do movimento operário. Mesmo diante da violência, a mobilização ganhou repercussão internacional e passou a inspirar trabalhadores em diversas partes do mundo.

O reconhecimento no Brasil

No Brasil, o Dia do Trabalho foi oficializado como feriado nacional em 1924, durante o governo do presidente Artur Bernardes. Desde então, a data se consolidou como um importante marco para a valorização do trabalhador e para o fortalecimento das lutas por direitos trabalhistas.

Ao longo das décadas, o 1º de maio também se tornou um momento estratégico para anúncios de políticas públicas, mobilizações sindicais e reflexões sobre as condições de trabalho no país.

Conquistas e desafios

Graças às lutas iniciadas ainda no século XIX, muitos direitos foram conquistados: jornada de trabalho regulamentada, férias remuneradas, descanso semanal, salário mínimo e proteção contra abusos. No entanto, os desafios continuam.

Com as transformações no mercado de trabalho — como o avanço da tecnologia, o crescimento do trabalho informal e as novas formas de contratação — surgem também novas demandas. A busca por equilíbrio entre vida profissional e pessoal, saúde mental e valorização do trabalhador continua sendo uma pauta urgente.

Uma data para refletir

Mais do que celebrar conquistas, o Dia do Trabalho é um convite à reflexão. É um momento de reconhecer o valor de cada profissional, independente da função que exerce, e de lembrar que os direitos atuais são fruto de muita luta, resistência e coragem.

Também é uma oportunidade para pensar no futuro do trabalho: que tipo de sociedade queremos construir? Como garantir dignidade e oportunidades para todos?

Conclusão

O 1º de maio permanece atual e necessário. Ele nos lembra que o progresso social não acontece por acaso, mas por meio da união, da consciência coletiva e da busca constante por justiça.

Celebrar o Dia do Trabalho é honrar o passado, valorizar o presente e construir um futuro mais digno para todos  trabalhadores e trabalhadoras sejam Brasileiros(as) ou Não.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

NO EXÉRCITO BRASILEIRO TEM HOJE A PRIMEIRA MULHER MAJOR DO PAÍS

A médica pediatra Cláudia Lima Gusmão Cacho tornou-se, em 1º de abril de 2026, a primeira mulher a alcançar o posto de General de Brigada na história do Exército Brasileiro. Coronel do Quadro de Médicos, ela foi promovida após cerca de 35 anos de carreira e assumiu o comando do Hospital Militar de Área de Brasília. 
 A notícia da promoção da Coronel Cláudia Gusmão à general corre o mundo:
Principais destaques sobre a trajetória de Cláudia Cacho:

Feito Histórico: 
A promoção, oficializada pelo Presidente da República, encerra um ciclo de 377 anos sem mulheres na alta cúpula do Exército.


Espelho para outras mulheres do nosso país.

Carreira Médica: Cláudia é pediatra e integrou o primeiro grupo de mulheres profissionais da área de saúde (médicas, dentistas e enfermeiras) a entrar no Exército, em 1996.

Formação: Natural de Recife (PE), tem 57 anos (em 2026) e construiu sua trajetória focada na medicina militar, culminando no comando do Hospital Militar de Área de Brasília.

Indicação: A indicação pelo Alto Comando do Exército ocorreu em fevereiro de 2026, com promoção oficial ao generalato de brigada no dia 1º de abril do mesmo ano. 

A promoção da general Cláudia Cacho simboliza um avanço na inserção de mulheres em cargos de comando e liderança nas Forças Armadas brasileiras. 


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

QUANDO VOCÊ NÃO CONSEGUE PAGAR A FATURA ATUAL, COM JUROS E ENCARGOS MAIS QUE DOBRA O VALOR TOTAL?

UMA NOVA REGRA TE PROTEGE SABIA? 
Portal da Câmara dos Deputados · 

📌 O que diz a lei atual
✔️ Lei nº 14.690/2023 – sancionada em 2023 e já com regras aplicadas — é a principal norma que trata do crédito rotativo e dos juros no cartão de crédito. 
👉 Limite de crescimento da dívida:
Quando você atrasa o pagamento de uma fatura e entra no crédito rotativo ou parcelamento, o valor total que você pode ser cobrado (dívida + juros + multas + encargos) não pode ultrapassar o dobro do valor original gasto. 

Por exemplo: se você gastou R$ 1.000 e não pagou a fatura, a soma total de juros + encargos não pode fazer a dívida passar de R$ 2.000. 

👉 Objetivo:
Essa regra foi criada exatamente para evitar que pequenas dívidas fiquem fora de controle e cresçam indefinidamente com juros compostos absurdamente altos. 


📆 Quando passou a valer?
✔️ As regras principais já estão vigorando — com medidas e regulamentações que começaram a ser aplicadas desde o final de 2023 e ao longo de 2024/2025. 


📌 Outras mudanças importantes
💡 A lei também estipula que os bancos devem:

Oferecer opções de renegociação da dívida, com condições mais claras e uma forma de parcelar sem deixar a dívida crescer sem limite. 

Tornar mais transparente quanto e como eles cobram juros e taxas. 

❗O que ainda não mudou
🚫 Não existe um teto fixo de juros mensais ou anuais padrão (como “x% ao mês”), pelo menos não definido de forma universal — isso ainda depende de autorregulação feita pelo setor e do Banco Central. 

➡️ Mas o principal limite — o de não ultrapassar o dobro da dívida original — já está valendo