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sábado, 16 de maio de 2015

16 alimentos que as crianças não devem consumir

Risco de engasgo, ausência de valor nutricional e até incompatibilidade com vacinas são alguns motivos para os pais ficarem de olho no que os filhos estão comendo

A introdução de alimentos diferentes do leite materno na dieta do bebê, após os seis meses de idade – até lá, ele deve contar exclusivamente com a amamentação –, requer atenção. Por motivos que vão do risco de engasgo à incompatibilidade com vacinas, alguns ingredientes ou produtos são verdadeiros vilões dos cardápios das crianças. Ao identificá-los (veja lista abaixo), é preciso manter os filhos afastados deles. “Sempre explicamos para os pais que tais alimentos devem ser evitados, e não proibidos, porque a proibição aumenta a vontade do consumo”, aconselha Virgínia Weffort, presidente do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Salsicha - grande causadora de engasgos e sufocamento, seja servida inteira ou em rodelas. Foto: Thinkstock/Getty Images
Salgadinhos industrializados -  o excesso de sódio na composição pode levar a alterações no metabolismo infantil. Foto: Thinkstock/Getty Images
Refrigerantes - além de não terem valor nutricional nenhum, trazem sódio, gorduras e açúcares em excesso em sua composição . Foto: Thinkstock/Getty Images
Pipoca - o problema é a casca durinha que costuma ficar presa nos dentes dos adultos. Em crianças, pode causar engasgos. Foto: Thinkstock/Getty Images
Peixes com espinhas – pode levar ao engasgo . Foto: Thinkstock/Getty Images
Mel - pode estar contaminado com esporos da bactéria Clostridium botulinum, que produz uma toxina causadora do botulismo. Foto: Thinkstock/Getty Images
Amendoim, castanhas, nozes e demais oleaginosas - podem conter o fungo aflatoxina, que causa danos ao fígado. Foto: Thinkstock/Getty Images
Maionese – na maioria dos casos, é uma fonte de gordura exclusivamente, sem valor nutricional nenhum. Foto: Thinkstock/Getty Images
Macarrão instantâneo - com excesso de sódio em sua composição, pode produzir alterações no metabolismo infantil. Foto: Thinkstock/Getty Images
Frutos do mar - até o primeiro ano, podem causar reações cutâneas semelhantes a alergias nas crianças. Foto: Thinkstock/Getty Images
Clara do ovo - pode desenvolver alergia no organismo infantil, o que cria um problema enorme em relação à vacinação. Foto: Thinkstock/Getty Images
Bolos prontos com recheio ou cobertura - ricos em gorduras trans e/ou saturadas e em açúcares, não acrescentam na nutrição infantil. Foto: Thinkstock/Getty Images
Bolachas com recheio - ricas em gorduras, açúcares e sódio, não têm valor nutricional. Foto: Thinkstock/Getty Images
Balas - não têm valor nutricional e, em muitos casos, são açúcar puro, podendo causar obesidade e cáries dentárias. Foto: Thinkstock/Getty Images
Azeitonas com caroço - podem causar engasgos e sufocamento. Evite até os quatro anos de idade. Foto: Thinkstock/Getty Images
Sucos industrializados (em pó ou em caixinha) - são néctares ultraprocessados e têm valor nutricional praticamente nulo. Foto: Thinkstock/Getty Images
Salsicha - grande causadora de engasgos e sufocamento, seja servida inteira ou em rodelas. Foto: Thinkstock/Getty Images
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Mesmo no caso dos liberados, como carnes brancas (aves em geral e peixes sem espinha), há que se tomar cuidado no preparo. “Alimentos mal cozidos podem causar intoxicação alimentar. Tenha a certeza de que a parte interna das carnes esteja bem cozida antes de servi-las às crianças”, alerta Elisa Maria de Aquino Lacerda, professora adjunta de nutrição materno-infantil do Instituto de Nutrição Josué de Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Além disso, estimular o hábito de comer bem e de se manter afastado daquilo que é pouco relevante para a saúde é um legado que os pequenos carregarão por toda a vida, como afirma Isa Maria de Gouvêia Jorge, nutricionista da Divisão de Creches da Coordenadoria de Assistência Social da Universidade de São Paulo: “Os alimentos que a criança come até os quatro anos são determinantes para seu padrão alimentar adulto.”
As três especialistas apontam os principais alimentos a serem evitados, o motivo da restrição e a partir de que idade a criança pode começar a consumi-los. Confira:
Amendoim, castanhas, nozes e demais oleaginosas
Podem conter o fungo aflatoxina, que causa danos ao fígado. Além disso, há o risco de causar engasgos e sufocamento, devido ao tamanho e ao formato. Não deixe a criança comer até os quatro anos de idade.
Azeitonas com caroço
Podem causar engasgos e sufocamento. Evite até os quatro anos de idade.
Balas
Não têm valor nutricional e, em muitos casos, são açúcar puro, podendo causar obesidade e cáries dentárias. Também podem causar engasgos sérios e sufocamentos. O consumo deve ser evitado até os dois anos. Depois disso, permitir o acesso com moderação.
Bolachas com recheio
Ricas em gorduras, açúcares e sódio, não têm quantidade relevante de vitaminas e minerais – ou seja, não têm valor nutricional. Até o primeiro aniversário, a criança não deve ter contato com elas.
Bolos prontos com recheio ou cobertura
Ricos em gorduras trans e/ou saturadas e em açúcares, não acrescentam na nutrição infantil. Evite que a criança coma até completar um ano.
Clara do ovo
Pode desenvolver alergia no organismo infantil, o que cria um problema enorme em relação à vacinação, já que muitas vacinas têm em sua composição a clara do ovo (sob o nome “albumina”). Não dê ao seu filho até ele ter tomado todas as vacinas indicadas pelo pediatra.
Frutos do mar
Até o primeiro ano, podem causar reações cutâneas semelhantes a alergias nas crianças. Evite, portanto, nos 12 primeiros meses de vida de seu filho.
Macarrão instantâneo
Com excesso de sódio em sua composição, pode produzir alterações no metabolismo infantil. Os pais devem evitar servi-lo para as crianças durante o primeiro ano.
Maionese
Na maioria dos casos, é uma fonte de gordura exclusivamente, sem valor nutricional nenhum. Deve ser evitada até o segundo ano de vida da criança, com consumo moderado depois disso.
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Mel
Pode estar contaminado com esporos da bactéria Clostridium botulinum, que produz uma toxina causadora do botulismo (doença que causa paralisia no tronco, braços, pernas e sistema respiratório). O organismo humano só desenvolve uma barreira contra ela na flora intestinal depois que a criança completa um ano de idade. Logo, não dê mel para seu filho até o primeiro aniversário.
Peixes com espinhas
Por mais cuidado que os pais tenham ao tirar as espinhas antes de colocar o peixe no prato da criança, alguma parte pode sobrar e levar ao engasgo e até ao sufocamento infantil. Não deve estar no cardápio até os quatro anos.
Pipoca
O problema é a casca durinha que costuma ficar presa nos dentes dos adultos. Em crianças, pode causar engasgos sérios. Os pequenos não devem comer pipoca até os quatro anos.
Refrigerantes
Além de não terem valor nutricional nenhum, trazem sódio, gorduras e açúcares em excesso em sua composição. Podem causar obesidade e cáries dentárias. Evite até a criança completar dois anos. Depois disso, permita o consumo com moderação.
Salgadinhos industrializados
O excesso de sódio na composição pode levar a alterações no metabolismo infantil. Também têm mais gorduras do que o recomendado para a dieta das crianças. Dependendo do formato, podem fazer a criança engasgar. Evite até os dois anos.
Salsicha
Além de ser um embutido e ter conservantes demais, o que não é saudável para o organismo sensível das crianças, é uma grande causadora de engasgos e sufocamento, seja servida inteira ou em rodelas. Evite até os quatro anos de idade.
Sucos industrializados (em pó ou em caixinha)
São néctares ultraprocessados e têm valor nutricional praticamente nulo. Até o terceiro ano da criança, opte pelos sucos naturais.

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    Soja e alimentos integrais podem fazer mal às crianças, afirmam nutricionistas

    Eles têm fama de saudáveis, mas podem atrapalhar o crescimento e até mesmo provocar alterações hormonais em crianças; melhor é sempre optar por alimentos orgânicos

    Quando o assunto é alimentação saudável, os alimentos integrais e a soja aparecem sempre no topo da lista. São de fato muito benéficos à saúde, mas as crianças, no entanto, devem consumi-los com muita moderação, pois o excesso desses alimentos pode prejudicar o crescimento e proporcionar alterações hormonais, explicam nutricionistas.
    “A soja possui fitoestrógeno, que é uma substância vegetal parecida com o estrógeno, o hormônio feminino. Este fator parece sim interferir no desenvolvimento de crianças que consomem um volume exagerado. Os resultados ainda não determinaram um consenso científico, por isso a nossa recomendação é não exagerar no consumo, muito menos consumir diariamente”, explica a nutricionista Paola Moreira, da Super Healthy.
    Por ser alergênico, esse grão não deve ser consumido antes dos seis meses de idade, afirma Fabiana Honda, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição. Além disso, ela recomenda que as crianças que substituem o leite de vaca pelo de soja devem aumentar o consumo de outros alimentos fontes de cálcio. “Além de conter pouco cálcio, a soja ainda contém fitatos que atrapalham a absorção do cálcio e de outros minerais”, alerta.
    Soja: crianças devem consumir com moderação, por conta das possíveis alterações hormonais que esse grão causa. Foto: Getty Images
    Crianças que substituem o leite de vaca pelo de soja devem aumentar o consumo de cálcio, pois a soja é pobre nesse mineral. Foto: Thinkstock/Getty Images
    Além disso é necessário prestar atenção ao consumo de proteína de soja pelas crianças, já que ela está presente em muitos industrializados. Foto: Thinkstock/Getty Images
    A nutricionista Fabiana Honda explica que a salsicha, por exemplo, contém proteína de soja na sua composição. Foto: Thinkstock/Getty Images
    Os nuggets, segundo a nutricionista, também são fonte de proteína de soja. Foto: Thinkstock/Getty Images
    As fibras dos alimentos integrais, quando em excesso, podem impedir a absorção de outros nutrientes pelas crianças, prejudicando o crescimento, explica Fabiana. Foto: Getty Images
    A partir de 1 ano de idade, das 5 porções de cereais recomendadas diariamente, somente 2 podem ser integrais, recomenda a nutricionista Paola Moreira. Foto: Thinkstock/Getty Images
    Soja: crianças devem consumir com moderação, por conta das possíveis alterações hormonais que esse grão causa. Foto: Getty Images
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    Fabiana explica que a preocupação hoje em dia deve estar relacionada ao alto consumo de soja presente em alimentos industrializados. “A maioria contém proteína de soja na composição, como biscoitos, alimentos prontos, nuggets, salsichas, frios, além de outros”, recomenda.
    Os alimentos integrais não escapam ilesos. Conhecidos por conter fibras que ajudam no trânsito intestinal e também na saciedade, eles também devem ser consumidos com parcimônia pelas crianças.
    “A criança só pode começar a comer integrais acima de um ano de idade e, a partir de então, das cinco porções de cereais recomendadas diariamente, apenas duas podem ser integrais, assim não haverá comprometimento no crescimento”, recomenda Paola.
    Fabiana explica que o excesso de fibras e a presença de fitatos em alguns alimentos integrais, vegetais e leguminosas pode atrapalhar a absorção de alguns nutrientes. Ela, no entanto, acha difícil que a quantidade de alimentos integrais que as crianças costumam ingerir hoje em dia chegue a atrapalhar o crescimento. “O que vemos atualmente é que as crianças comem pouca fibra, devido ao alto consumo de alimentos refinados”, explica.
    Alimentos naturais proibidos até um ano de idade
    Além dos cuidados na infância com a soja e os integrais, a recomendação de Paola é de poupar as crianças do leite de vaca, frutos do mar, peixes, mel, amendoim e açúcar até completarem um ano de idade.
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    “Depois de um ano, quando não há casos de alergia alimentar, não há alimentos que necessitamos restringir às crianças. Os alimentos que devem ser evitados na alimentação infantil são exatamente os industrializados com alto teor de gordura saturada ou trans, alto teor de sódio, com corantes e conservantes, com edulcorantes (substâncias adoçantes), tais como, salgadinhos, bolacha com recheio, suco de caixinha com açúcar, embutidos em geral (linguiça, salsicha, presunto, peito de peru, salame, mortadela), balas com corantes, iogurtes e sucos com corantes e conservantes".
    Além disso, Paola recomenda sempre optar por alimentos orgânicos.
    “Assim se evita uma exposição exagerada das crianças às substâncias agrotóxicas. Sempre que possível devemos comprar os alimentos com casca fina ou folhas que sejam da agricultura orgânica. Quando isso não for possível ou o alimento apresentar casca dura, é preciso retirar essa casca, porque o agrotóxico se acumula em maior quantidade na casca”, explica a nutricionista da Super Healthy.
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      Para não engordar no frio: aprenda a emagrecer a sopa e o chocolate quente

      Sensação de fome aumenta em baixas temperaturas; confira o cardápio para comer bem e manter a forma em um dia frio

      Getty Images
      No frio a sensação de fome aumenta e bebidas quentes ajudam a "enganar" o organismo
      A impressão é de que a mesma régua mede dois fenômenos: as temperaturas atmosféricas diminuem e a sensação de fome aumenta na mesma proporção.
      Os especialistas confirmam: de fato, quando está frio a vontade de comer é ampliada e isso acontece por questões físicas.
      “O organismo queima mais calorias para aumentar o metabolismo. Normalmente, no frio, o apetite é maior porque a digestão ocorre com mais facilidade”, explica o endocrinologista Alfredo Cury, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.
      Isto não significa, no entanto, que a temporada de inverno deve coincidir com a época de comilança, ainda que os casacos pesados disfarcem os quilos a mais. .
      A orientação nutricional segue justamente o caminho inverso. Os meses mais gelados são ideais para quem quer entrar em forma (já que o gasto calórico é maior) e, para isso, basta escolher alimentos que auxiliam na sensação de saciedade, enganam a fome persistente e fornecem baixa ingestão calórica.
      “Sopas, chás, mingaus e cafés são boas opções. Utilize muitos temperos naturais, que dão sabor sem adicionar calorias”, afirma a nutricionista Andréa Uzeda. “Para aumentar a queima calórica o ideal é utilizar diariamente alimentos termogênicos, como chá verde, canela, gengibre, pimentas vermelhas e especiarias”.
      Estes “queridinhos” da dieta para os dias frios – citados pela especialista – ajudam a manter a temperatura do organismo elevada e por isso driblam a fome característica da estação.
      A seguir, Andréa dá dicas para “emagrecer” a sopa, o mingau e até o chocolate quente. E ainda prepara um cardápio completo para manter a forma e diminuir a fome nos dias frios.
      Sopa: deve ser preferencialmente de legumes com uma proteína magra (frango) e deve-se evitar o uso de farinhas, creme de leite e manteiga. Foto: Getty Images
      Chocolate quente: a melhor opção seria o uso do cacau em pó que traz diversos benefícios à saúde, em vez dos chocolates em pó, ricos em gorduras e açúcar. Foto: F. Lang
      Mingaus: devem ser preparados com leite desnatado e dar preferência pelos menos calóricos como o de aveia, linhaça e adicionar no lugar do açúcar, o adoçante.. Foto: Dante Barros/Divulgação
      Chás: são liberados desde que consumidos puros ou com adoçante. Prefira o verde que tem potencial diurético. Foto: Getty Images
      Sopa: deve ser preferencialmente de legumes com uma proteína magra (frango) e deve-se evitar o uso de farinhas, creme de leite e manteiga. Foto: Getty Images
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      Um cardápio para um dia frio
      Café da manhã:
      2 fatias de pão integral
      1 fatia de queijo minas
      1 copo de leite desnatado misturado com cacau em pó
      Lanche da manhã:
      1 banana
      Almoço:
      Entrada de caldo de legumes
      2 colheres de Arroz integral
      1 concha de Feijão
      1 bife grelhado
      Sobremesa: Maçã assada com canela
      Lanche da tarde:
      Mingau de aveia
      Jantar:
      Sopa de abóbora com gengibre
      Ceia:
      Chá de camomila
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