NOTÍCIAS QUENTINHAS.

sábado, 16 de maio de 2015

Nova solução anti-envelhecimento chega ao Brasil. Ele pode mesmo fazer você parecer 10 anos mais nova?

Resultados de 30 Dias Surpreendentes Revelados

Nós todas já ouvimos que a beleza está no interior, mas também sabemos que a aparência tem um grande impacto em nossa auto-estima. A pele é uma das primeiras coisas que as pessoas notam em você, e é provavelmente a primeira coisa que você nota sobre si mesma quando se vê no espelho toda manhã. Ter uma pele bonita aumenta sua autoestima, faz você agir com mais confiança, e permite que outras pessoas vejam você melhor. É difícil se sentir atraente sem uma pele saudável.

Com cada vez mais pressão em relação as mulheres para “terem a melhor aparência possível”, há uma tendência crescente de pessoas gastando milhares de reais por ano em injeções de botox e ainda mais em cirurgias plásticas.
E qual o problema disso? Estas “soluções” podem ser muito perigosas para sua saúde, elas podem custar mais de R$20.000, e no caso de botox, os efeitos podem durar bem pouco (entre 4 e 6 meses). Os perigos destes procedimentos são documentados online. A quantidade de cremes para cuidados com a pele disponíveis para as mulheres é imensa, deixando as mulheres se perguntando o que é certo para mim e o que realmente funciona.

Um novo produto interessante...

Recentemente um novo produto entrou no mercado brasileiro, chamado BellaLift. Este produto, diferente de outros cremes e seruns, é na verdade baseado em estudos científicos dos EUA e em estudos clínicos feitos no Brasil. Em um estudo clínico independente de 30 dias revelou que:
97% notaram uma significativa diminuição de rugas/linhas de expressão na região dos lábios
97% notaram uma significativa diminuição de rugas/linhas de expressão na região dos olhos
87% notaram um significativo aumenta da firmeza da pele
O BellaLift ajuda a regenerar as células danificadas, deixando sua pele mais firme e radiante, além de livrar você de rugas, em somente algumas semanas. Isso pode soar incrivelmente difícil de acreditar; é por isso que nossa equipe conduziu uma avaliação completa do produto, para sabermos se o produto é confiavel.

Como funciona?

O serum é único no Brasil. Ele combina 2 ingredientes chave: A Vitamina C e o Ácido Hialurônico - ambos em alta concentração, 10% e 3% respectivamente.
Estes ingredientes são naturais e trabalham em conjunto para eliminar as rugas em nível celular, abaixo da superfície da pele, e é por isso que são tão efetivos.
A Vitamina C é o segredo para manter a pele saudável e jovem. É um antioxidante poderoso que desacelera a taxa de danos de radicais livres, que é o que causa desidratação, flacidez e rugas na pele. Combate e até a reverte o efeito negativo que o sol tem sobre nossa pele, pois produz colágeno, uma proteína que a firmeza e elasticidade da pele. Aplicar Vitamina C na pele é até 20 vezes mais efetivo que a ingestão oral desta vitamina.
Médicos chamam a Vitamina C de “o segredo para ‘driblar’ sua idade”
O Ácido Hialurônico tem a propriedade de se ligação com a água, quando pode aumentar em até 1.000 vezes o seu volume, tornando-se desta forma um excelente preenchedor facial. O ácido hialurônico é capaz de restaurar e regenerar a pela que está desidratada, sofrendo com o estresse do ambiente ou com qualquer outra forma de irritação.
Além disso, para dar ainda mais potência ao serum, ele contém Vitamina A - que melhora a elasticidade de sua pele, estimula a formação de colágeno e ajuda a reduzir rugas causadas por excesso de Sol. Vitamina D3 - que condiciona e hidrata sua pele e promove a rápida renovação das células. A pele fica com aparência jovem e impecável por horas. E a Vitamina E - um condicionador e antioxidante natural, que mantém sua pele super hidratada.

Bom demais para ser verdade? Veja o teste!

Os resultados clínicos parecem ser bons demais para ser verdadeiros, portanto muitas pessoas ouvem falar sobre BellaLift pela primeira vez e não acreditam que esses resultados possam realmente acontecer. Por isso, decidimos escolher alguém para ser "cobaia" do produto aqui no Brasil. A Ana Andrada, de 53 anos, decidiu testar o produto por conta própria e documentar os resultados.
Ana já tinha testado diversos produtos, mas nenhum deu o resultado que ela queria. Apesar de não ter confiado muito inicialmente, concordou em utilizar o produto durante pelo menos 1 mês. Veja como foi, nas palavras da própria Ana:
Vitória Dias – Antes e depois
Ana Andrada – Antes e depois de Bellalift

Fiquei sabendo através de uma amiga que trabalha em uma empresa, estava querendo lançar uma nova fórmula aqui no Brasil. Ela disse que tinham estudos clínicos comprovando a eficácia e tudo mais, mas desacreditei, pois já cansei de usar produtos que supostamente tratam as rugas, e de ver minha pele cada dia pior. Uma semana depois, recebi uma ligação e me perguntaram se não estaria interessada em testar, enviariam o produto de graça e eu seria até compensada caso não gostasse do resultado.
“Aí pensei: não tenho nada a perder, vou aceitar. Já tinha realmente desistido e aceitado minha condição. Sem grandes expectativas, eu recebi o produto após 5 dias e comecei a usar ele. Aqui estão meus resultados”
Dia 1:
Vitória Dias – Antes e depois
Após o primeiro dia usando o BellaLift, eu fique surpresa com o quão bem eu sentia que minha pele estava. Eu senti como se meu rosto tivesse ficado totalmente hidratado e enrijecido.
Não sei como dizer! Eu tive uma sensação de formigamento na bochecha, ao redor dos olhos e na testa. Eu me olhei no espelho e vi que meu rosto estava um pouco rosado - já soube que isso aconteceu por causa do sangue correndo para a superfície da minha pele para renovar meu rosto. Tudo bem até agora.
Dia 10:
Vitória Dias – Antes e depois
Após 10 dias usando o BellaLift eu fiquei chocada com os resultados.
Os pés de galinha, olheiras e rugas diminuíram de tamanho!
Fiquei impressionada com os resultados, e literalmente me senti anos mais jovem de novamente. Foi como ver todas as rugas e pés de galinha sumirem!
Dia 30:
Vitória Dias – Antes e depois
Depois de 30 dias, meu ceticismo e minhas dúvidas sumiram completamente - ASSIM COMO MINHAS RUGAS!
As linhas da minha testa, a pele envelhecida de meu pescoço, meus pés de galinha, até mesmo as manchas do meu rosto desapareceram COMPLETAMENTE. Eu nunca me senti nem vi nada que deixasse minha pele forte assim de novo, mesmo os produtos caros que usei.
Meus amigos e minha família ficaram impressionados. Eles não acreditaram na diferença, e disseram que eu estava usando botox!

Você irá dar a palavra final...

BellaLift funciona bem mesmo? Bem, julgue isso você mesma. O produto é fabricado no Brasil, tem a aprovação da ANVISA e sua qualidade e potência é testada diariamente. E ainda, a empresa oferece uma garantia de reembolso de 100% do dinheiro pago. 

Perguntas frequentes sobre bellalift:


  • Onde comprar Bella Lift?
    Clique aqui para visitar a página oficial

  • Quanto custa Bellalift?
    Depende do quantidade que você escolhe, se você comprar 6 frascos, só custa R$ 53 por frasco, podendo ser pago em até 12 vezes

  • Quais são as formas de pagamento? É seguro comprar?  
  • O pagamento é feito com cartão de crédito ou boleto (pagseguro). Os dados são encriptados com tecnologia de 128 bits, portanto sua compra é extremamente segura.

  • Quanto tempo dura um frasco ?
    Se você usar o Bellalift uma vez por dia (como é recomendado), um frasco dura um mês.

  • Quanto tempo demora em chegar?
    Depende da região. De 4 a 7 dias úteis para São Paulo e Rio de Janeiro, e até 10 dias úteis para outras localidades.

  • Tem garantia?
    Sim, caso não esteja satisfeito, você pode devolver o produto fechado em sua embalagem original em até 60 diaspara receber seu dinheiro de volta.

  • Os estoques de Bellalift poderão se esgotar?Recebemos recentemente a informação de que a demanda está muito alta e que os estoques poderão se esgotar a qualquer momento. Recomendamos que você encomende o seu Bellalift antes que isso aconteça.

  • O produto é só para casos graves?
    Não. O Bellalift também é indicado para pessoas que estão começando a ver sinais de envelhecimento

  • Tem contra-indicações?
  • Não há nenhuma contra-indicação, por se tratar de uma composição natural.

16 alimentos que as crianças não devem consumir

Risco de engasgo, ausência de valor nutricional e até incompatibilidade com vacinas são alguns motivos para os pais ficarem de olho no que os filhos estão comendo

A introdução de alimentos diferentes do leite materno na dieta do bebê, após os seis meses de idade – até lá, ele deve contar exclusivamente com a amamentação –, requer atenção. Por motivos que vão do risco de engasgo à incompatibilidade com vacinas, alguns ingredientes ou produtos são verdadeiros vilões dos cardápios das crianças. Ao identificá-los (veja lista abaixo), é preciso manter os filhos afastados deles. “Sempre explicamos para os pais que tais alimentos devem ser evitados, e não proibidos, porque a proibição aumenta a vontade do consumo”, aconselha Virgínia Weffort, presidente do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Salsicha - grande causadora de engasgos e sufocamento, seja servida inteira ou em rodelas. Foto: Thinkstock/Getty Images
Salgadinhos industrializados -  o excesso de sódio na composição pode levar a alterações no metabolismo infantil. Foto: Thinkstock/Getty Images
Refrigerantes - além de não terem valor nutricional nenhum, trazem sódio, gorduras e açúcares em excesso em sua composição . Foto: Thinkstock/Getty Images
Pipoca - o problema é a casca durinha que costuma ficar presa nos dentes dos adultos. Em crianças, pode causar engasgos. Foto: Thinkstock/Getty Images
Peixes com espinhas – pode levar ao engasgo . Foto: Thinkstock/Getty Images
Mel - pode estar contaminado com esporos da bactéria Clostridium botulinum, que produz uma toxina causadora do botulismo. Foto: Thinkstock/Getty Images
Amendoim, castanhas, nozes e demais oleaginosas - podem conter o fungo aflatoxina, que causa danos ao fígado. Foto: Thinkstock/Getty Images
Maionese – na maioria dos casos, é uma fonte de gordura exclusivamente, sem valor nutricional nenhum. Foto: Thinkstock/Getty Images
Macarrão instantâneo - com excesso de sódio em sua composição, pode produzir alterações no metabolismo infantil. Foto: Thinkstock/Getty Images
Frutos do mar - até o primeiro ano, podem causar reações cutâneas semelhantes a alergias nas crianças. Foto: Thinkstock/Getty Images
Clara do ovo - pode desenvolver alergia no organismo infantil, o que cria um problema enorme em relação à vacinação. Foto: Thinkstock/Getty Images
Bolos prontos com recheio ou cobertura - ricos em gorduras trans e/ou saturadas e em açúcares, não acrescentam na nutrição infantil. Foto: Thinkstock/Getty Images
Bolachas com recheio - ricas em gorduras, açúcares e sódio, não têm valor nutricional. Foto: Thinkstock/Getty Images
Balas - não têm valor nutricional e, em muitos casos, são açúcar puro, podendo causar obesidade e cáries dentárias. Foto: Thinkstock/Getty Images
Azeitonas com caroço - podem causar engasgos e sufocamento. Evite até os quatro anos de idade. Foto: Thinkstock/Getty Images
Sucos industrializados (em pó ou em caixinha) - são néctares ultraprocessados e têm valor nutricional praticamente nulo. Foto: Thinkstock/Getty Images
Salsicha - grande causadora de engasgos e sufocamento, seja servida inteira ou em rodelas. Foto: Thinkstock/Getty Images
1/16
close
Mesmo no caso dos liberados, como carnes brancas (aves em geral e peixes sem espinha), há que se tomar cuidado no preparo. “Alimentos mal cozidos podem causar intoxicação alimentar. Tenha a certeza de que a parte interna das carnes esteja bem cozida antes de servi-las às crianças”, alerta Elisa Maria de Aquino Lacerda, professora adjunta de nutrição materno-infantil do Instituto de Nutrição Josué de Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Além disso, estimular o hábito de comer bem e de se manter afastado daquilo que é pouco relevante para a saúde é um legado que os pequenos carregarão por toda a vida, como afirma Isa Maria de Gouvêia Jorge, nutricionista da Divisão de Creches da Coordenadoria de Assistência Social da Universidade de São Paulo: “Os alimentos que a criança come até os quatro anos são determinantes para seu padrão alimentar adulto.”
As três especialistas apontam os principais alimentos a serem evitados, o motivo da restrição e a partir de que idade a criança pode começar a consumi-los. Confira:
Amendoim, castanhas, nozes e demais oleaginosas
Podem conter o fungo aflatoxina, que causa danos ao fígado. Além disso, há o risco de causar engasgos e sufocamento, devido ao tamanho e ao formato. Não deixe a criança comer até os quatro anos de idade.
Azeitonas com caroço
Podem causar engasgos e sufocamento. Evite até os quatro anos de idade.
Balas
Não têm valor nutricional e, em muitos casos, são açúcar puro, podendo causar obesidade e cáries dentárias. Também podem causar engasgos sérios e sufocamentos. O consumo deve ser evitado até os dois anos. Depois disso, permitir o acesso com moderação.
Bolachas com recheio
Ricas em gorduras, açúcares e sódio, não têm quantidade relevante de vitaminas e minerais – ou seja, não têm valor nutricional. Até o primeiro aniversário, a criança não deve ter contato com elas.
Bolos prontos com recheio ou cobertura
Ricos em gorduras trans e/ou saturadas e em açúcares, não acrescentam na nutrição infantil. Evite que a criança coma até completar um ano.
Clara do ovo
Pode desenvolver alergia no organismo infantil, o que cria um problema enorme em relação à vacinação, já que muitas vacinas têm em sua composição a clara do ovo (sob o nome “albumina”). Não dê ao seu filho até ele ter tomado todas as vacinas indicadas pelo pediatra.
Frutos do mar
Até o primeiro ano, podem causar reações cutâneas semelhantes a alergias nas crianças. Evite, portanto, nos 12 primeiros meses de vida de seu filho.
Macarrão instantâneo
Com excesso de sódio em sua composição, pode produzir alterações no metabolismo infantil. Os pais devem evitar servi-lo para as crianças durante o primeiro ano.
Maionese
Na maioria dos casos, é uma fonte de gordura exclusivamente, sem valor nutricional nenhum. Deve ser evitada até o segundo ano de vida da criança, com consumo moderado depois disso.
Publicidade
Mel
Pode estar contaminado com esporos da bactéria Clostridium botulinum, que produz uma toxina causadora do botulismo (doença que causa paralisia no tronco, braços, pernas e sistema respiratório). O organismo humano só desenvolve uma barreira contra ela na flora intestinal depois que a criança completa um ano de idade. Logo, não dê mel para seu filho até o primeiro aniversário.
Peixes com espinhas
Por mais cuidado que os pais tenham ao tirar as espinhas antes de colocar o peixe no prato da criança, alguma parte pode sobrar e levar ao engasgo e até ao sufocamento infantil. Não deve estar no cardápio até os quatro anos.
Pipoca
O problema é a casca durinha que costuma ficar presa nos dentes dos adultos. Em crianças, pode causar engasgos sérios. Os pequenos não devem comer pipoca até os quatro anos.
Refrigerantes
Além de não terem valor nutricional nenhum, trazem sódio, gorduras e açúcares em excesso em sua composição. Podem causar obesidade e cáries dentárias. Evite até a criança completar dois anos. Depois disso, permita o consumo com moderação.
Salgadinhos industrializados
O excesso de sódio na composição pode levar a alterações no metabolismo infantil. Também têm mais gorduras do que o recomendado para a dieta das crianças. Dependendo do formato, podem fazer a criança engasgar. Evite até os dois anos.
Salsicha
Além de ser um embutido e ter conservantes demais, o que não é saudável para o organismo sensível das crianças, é uma grande causadora de engasgos e sufocamento, seja servida inteira ou em rodelas. Evite até os quatro anos de idade.
Sucos industrializados (em pó ou em caixinha)
São néctares ultraprocessados e têm valor nutricional praticamente nulo. Até o terceiro ano da criança, opte pelos sucos naturais.

Veja ainda:
12 alimentos essenciais para seu filho
O que seu filho está bebendo?
Aprenda a fazer comida divertida para as crianças
    Leia tudo sobre: alimentos • engasgo • sufocamento • alergia • obesidade • cárie • criança •gordura • açúcar

    Soja e alimentos integrais podem fazer mal às crianças, afirmam nutricionistas

    Eles têm fama de saudáveis, mas podem atrapalhar o crescimento e até mesmo provocar alterações hormonais em crianças; melhor é sempre optar por alimentos orgânicos

    Quando o assunto é alimentação saudável, os alimentos integrais e a soja aparecem sempre no topo da lista. São de fato muito benéficos à saúde, mas as crianças, no entanto, devem consumi-los com muita moderação, pois o excesso desses alimentos pode prejudicar o crescimento e proporcionar alterações hormonais, explicam nutricionistas.
    “A soja possui fitoestrógeno, que é uma substância vegetal parecida com o estrógeno, o hormônio feminino. Este fator parece sim interferir no desenvolvimento de crianças que consomem um volume exagerado. Os resultados ainda não determinaram um consenso científico, por isso a nossa recomendação é não exagerar no consumo, muito menos consumir diariamente”, explica a nutricionista Paola Moreira, da Super Healthy.
    Por ser alergênico, esse grão não deve ser consumido antes dos seis meses de idade, afirma Fabiana Honda, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição. Além disso, ela recomenda que as crianças que substituem o leite de vaca pelo de soja devem aumentar o consumo de outros alimentos fontes de cálcio. “Além de conter pouco cálcio, a soja ainda contém fitatos que atrapalham a absorção do cálcio e de outros minerais”, alerta.
    Soja: crianças devem consumir com moderação, por conta das possíveis alterações hormonais que esse grão causa. Foto: Getty Images
    Crianças que substituem o leite de vaca pelo de soja devem aumentar o consumo de cálcio, pois a soja é pobre nesse mineral. Foto: Thinkstock/Getty Images
    Além disso é necessário prestar atenção ao consumo de proteína de soja pelas crianças, já que ela está presente em muitos industrializados. Foto: Thinkstock/Getty Images
    A nutricionista Fabiana Honda explica que a salsicha, por exemplo, contém proteína de soja na sua composição. Foto: Thinkstock/Getty Images
    Os nuggets, segundo a nutricionista, também são fonte de proteína de soja. Foto: Thinkstock/Getty Images
    As fibras dos alimentos integrais, quando em excesso, podem impedir a absorção de outros nutrientes pelas crianças, prejudicando o crescimento, explica Fabiana. Foto: Getty Images
    A partir de 1 ano de idade, das 5 porções de cereais recomendadas diariamente, somente 2 podem ser integrais, recomenda a nutricionista Paola Moreira. Foto: Thinkstock/Getty Images
    Soja: crianças devem consumir com moderação, por conta das possíveis alterações hormonais que esse grão causa. Foto: Getty Images
    1/7
    close
    Fabiana explica que a preocupação hoje em dia deve estar relacionada ao alto consumo de soja presente em alimentos industrializados. “A maioria contém proteína de soja na composição, como biscoitos, alimentos prontos, nuggets, salsichas, frios, além de outros”, recomenda.
    Os alimentos integrais não escapam ilesos. Conhecidos por conter fibras que ajudam no trânsito intestinal e também na saciedade, eles também devem ser consumidos com parcimônia pelas crianças.
    “A criança só pode começar a comer integrais acima de um ano de idade e, a partir de então, das cinco porções de cereais recomendadas diariamente, apenas duas podem ser integrais, assim não haverá comprometimento no crescimento”, recomenda Paola.
    Fabiana explica que o excesso de fibras e a presença de fitatos em alguns alimentos integrais, vegetais e leguminosas pode atrapalhar a absorção de alguns nutrientes. Ela, no entanto, acha difícil que a quantidade de alimentos integrais que as crianças costumam ingerir hoje em dia chegue a atrapalhar o crescimento. “O que vemos atualmente é que as crianças comem pouca fibra, devido ao alto consumo de alimentos refinados”, explica.
    Alimentos naturais proibidos até um ano de idade
    Além dos cuidados na infância com a soja e os integrais, a recomendação de Paola é de poupar as crianças do leite de vaca, frutos do mar, peixes, mel, amendoim e açúcar até completarem um ano de idade.
    Publicidade
    “Depois de um ano, quando não há casos de alergia alimentar, não há alimentos que necessitamos restringir às crianças. Os alimentos que devem ser evitados na alimentação infantil são exatamente os industrializados com alto teor de gordura saturada ou trans, alto teor de sódio, com corantes e conservantes, com edulcorantes (substâncias adoçantes), tais como, salgadinhos, bolacha com recheio, suco de caixinha com açúcar, embutidos em geral (linguiça, salsicha, presunto, peito de peru, salame, mortadela), balas com corantes, iogurtes e sucos com corantes e conservantes".
    Além disso, Paola recomenda sempre optar por alimentos orgânicos.
    “Assim se evita uma exposição exagerada das crianças às substâncias agrotóxicas. Sempre que possível devemos comprar os alimentos com casca fina ou folhas que sejam da agricultura orgânica. Quando isso não for possível ou o alimento apresentar casca dura, é preciso retirar essa casca, porque o agrotóxico se acumula em maior quantidade na casca”, explica a nutricionista da Super Healthy.
    Leia mais sobre alimentação infantil:
      Leia tudo sobre: saúde • alimentação e bem estar • alimentos integrais • soja • crianças •malefícios